Um negócio de frango assado inteiro para viagem, com cardápio clássico, embalagem premium e uma marca forte — no modelo consagrado das casas de frango de São Paulo, modernizado em operação e marca.
Frango assado inteiro é um produto de altíssima aceitação, ticket acessível e margem saudável. A aposta é entregar consistência, capricho e marca onde o mercado entrega commodity.
Frango assado inteiro + acompanhamentos clássicos. Simples de operar, fácil de escalar, difícil de errar.
Saco térmico, selo de marca. O mesmo frango "chega melhor" — percepção de valor sem custo relevante.
"O Xerife" — western brasileiro × botequim paulistano. Memorável, divertida, pronta para redes sociais e fidelização.
Popular ampliado: acessível para o grande público, sem perder o cliente de classe média. Captura volume e valor.
Só almoço, sem mesas, operação concentrada. Menos complexidade, menos custo fixo, mais foco no que dá dinheiro.
Estrutura de custo validada linha a linha (inclui taxas de cartão, energia real, seguro e contingência — itens que planos amadores esquecem). Valores estabilizados, em revisão contínua.
| Receita bruta | R$ 221 mil |
| Margem de contribuição | ~50% |
| Custos fixos | R$ 64 mil |
| EBITDA | R$ 47 mil (21%) |
| Ponto de equilíbrio | ~61 frangos/dia |
| Margem de segurança | ~42% |
| Equipamentos (novos + instalação) | R$ 100 mil |
| Obra + adequação (incl. exaustão) | R$ 90 mil |
| Capital de giro | R$ 70 mil |
| Contingência | R$ 38 mil |
| Móveis + identidade visual | R$ 25 mil |
| Estoque + embalagens iniciais | R$ 34 mil |
| Caução + projeto + jurídico | R$ 54 mil |
| Marketing + equipe pré-abertura | R$ 31 mil |
A pergunta certa não é "e se der certo?", é "e se der errado?". Modelamos o negócio com vendas fracas, custos estourando e investimento acima do previsto — isolados e combinados.
| Cenário | EBITDA/mês | Retorno do capital | Resultado |
|---|---|---|---|
| Base (105 frangos/dia, custos no teto) | R$ 46,7 mil | 15 meses | sólido |
| Custos de operação +15% / aluguel +20% | R$ 38,4 mil | 18 meses | resiste |
| Custo de insumo (CMV) +15% | R$ 35,6 mil | 18 meses | resiste |
| Investimento (CAPEX) +15% | R$ 46,7 mil | 16 meses | resiste |
| Cenário provável (86/dia) | R$ 26,8 mil | 24 meses | resiste |
| Vendas fracas (60% do alvo) | R$ 2,3 mil | longo | atenção |
| Pior caso (tudo combinado) | negativo | — | gatilho de saída |
Análise de aderência por microrregião já mapeada. Estratégia: priorizar imóveis ex-restaurante (cortam custo e tempo de obra) em ruas de alto fluxo de almoço.
Prioridade nº 1 — densidade alta, público-alvo, fluxo de almoço forte. Nota de aderência 9,8/10.
Alternativas validadas, com bom equilíbrio entre fluxo, aluguel e perfil de cliente.
R$ 9,5 mil (incl. condomínio + IPTU). Cláusulas de proteção e vistoria técnica antes de assinar.
Cronograma paralelo: ponto, licenças, obra, fornecedores, marca e equipe correndo juntos.
Ponto fechado, contratos, licenças protocoladas, fornecedores cotados.
Obra, equipamentos, identidade visual, marca registrada, sistemas.
Equipe treinada, soft opening, marketing de abertura, fidelização desde o dia 1.
Unidade 1 como protótipo replicável: operação documentada, marca registrável, economia provada → expansão.
Um negócio de margem saudável, baixo nível de complexidade operacional e um caminho claro para multiplicação via franquia.
Investimento total para abrir e sustentar a unidade até a maturação, com custos estimados de forma conservadora.
Prioridade total ao capital investido até o retorno integral, antes de qualquer distribuição.
Participação no resultado de um negócio com EBITDA de ~21% e potencial de expansão.